domingo, 31 de julho de 2011

Para uma Amiga Especial



Minha querida Poderosa,

Dia 1º de Agosto é o seu aniversário, um dia muito feliz para mim, pois sem o seu apoio e a sua atenção a minha vida seria muito mais difícil e complicada.

Poder contar com o seu amor fraternal é um motivo de conforto e tranquilidade.

Nas minhas orações, sempre me lembro de pedir a Deus que ilumine o seu caminho e que lhe conceda todas as graças, que proporcione condições para que você tenha um caminho feliz e realize todos os seus desejos, pois você é uma pessoa boa, justa e solidária e, portanto, merece viver em estado de profunda alegria.

Alguém como você, que se preocupa com as pessoas que te cercam e com todos os seres que habitam o planeta; alguém como você que está sempre pronta para ouvir os amigos, para consolar os irmãos e para cuidar e amar os sobrinhos merece todos os presentes e todas as bênçãos de aniversário.

Por tudo o que você representa para mim, por tudo o que você representa para todos os que têm a sorte de desfrutar da sua companhia e atenção, só me resta desejar-lhe tudo de bom, tudo de ótimo!

Que você tenha uma linda e agradável passagem de aniversário.

Beijos e parabéns,

Mi

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“Você minha irmã:
As vezes um poço de mistério
As vezes acorda sem humor
As vezes não tem paciência
As vezes um silêncio impenetrável
As vezes ninguém te merece
As vezes eu que não te mereço
Mas......
Sempre Amiga
Sempre sincera
Sempre generosa
Sempre sensível
Sempre, sempre , sempre.....
Acho que não acho mais adjectivos para ti
pois és um presente que Deus me deu e nem com
a nossa diferença de idade apaga esse amor.
Que Deus lhe abençoe sempre, que sejas um vitoriosa
e que tudo o que desejas sejam presentes dados por Deus.
Tenho orgulho em ter você como irmã. Beijos em seu coração.”

domingo, 26 de junho de 2011

Minha Vida Felina

Gatos
A vida de uma pessoa muda depois que ela passa a ter um gato, ou melhor, depois que ela passa a pertencer a um gato.
Muita gente desavisada pensa que o gato reage como um cachorro, obedece a comandos de voz, é um companheiro fiel e até abana a cauda. Qual o quê! Tudo isso depende muito da personalidade do bichano. Em minha casa tem três gatos e são diferentes. São adotados, como todos os que já tivemos à exceção do primeiro casal de siameses que foi comprado quando ainda desconhecíamos a realidade da superpopulação de animais domésticos, há vinte anos. Todos são vacinados, vemifugados e castrados, que é para não saírem por aí praticando a lei do “Crescei e multiplicai-vos.”, que já está pra lá de revogada.
Pois bem, a Sophie é uma gatinha Sem Raça Definida (SRD) com fortes nuances de Siamês que herdou da mãe, com certeza. Foi trazida por meu esposo de um terreno baldio próximo ao seu trabalho. O pai, desconhecido, se arrancou e a esta altura já deve ter “zilhares” de herdeiros a requerer pensão. Ou, quem sabe, num futuro remoto levar nas costas um processo por Abandono Emocional. Bem, foi só uma piada. Deixemos de julgar o animal, que só fez seguir seus instintos.
Voltando à Sophie, ela é uma gata fina. Como os siameses. Seu porte é elegante, sua postura sempre impecável, como se cada movimento dos músculos fosse milimétricamente pensado antes da execução. É bonito vê-la andando. Quando eu chacoalho o pacote de ração, música para os ouvidos felinos, enquanto os demais vêm a galope, a Sophie não. Ela vem passo a passo, como se soubesse que a comida não vai acabar, que sua porção estará lá esperando por ela no momento em que chegar ao pote. È uma “lady”, uma “lady Di”. Ao observá-la, lembro que preciso ter mais finesse. Mas não pense que por esses modos delicados ela seja frágil. Ao contrário: caça como ninguém, é certeira no bote ao pegar um camundongo ou uma barata ou seja lá o que for. Posso assistir a uma cena selvagem ao vivo dentro da minha sala ou cozinha, apenas em menores proporções. Parece um puma quando se prepara para atacar, espreitando a presa que, quando se percebe encurralada já é tarde. Não vi até hoje um destes alvos escaparem com vida, a menos que o felino tenha cansado de brincar. Apesar deste furor, há momentos em que a Sophie vem de mansinho. Só quando eu já encerrei meus afazeres e me sento em frente ao computador para me distrair um pouquinho. Ela começa a andar em volta, sobe na estante, vem para a escrivaninha, passa por trás do monitor...parece que vem em espiral, diminuindo o raio a cada volta. Por fim, já que eu não parei, ela finalmente sobe no teclado e deita. Vence o round por ipon. Pego a Sophie, largo tudo e vou dar-lhe a merecida atenção.
Outros dias sento na cama para assistir televisão . Então ela sabe que minhas vibrações já baixaram, estou calma e feliz, com a sensação do dever quase cumprido. Aí ela vem vindo devagarinho e me mostra a nuca. Eu entendo e acaricio, aí ela ergue bem a cabeça, expondo seu pescoço para eu acariciar também. Veja a confiança de um animal expor assim sua jugular. Por fim ela deita de barriga para cima e eu faço aquela massagem geral, barriga, laterais, costinhas. Ah! Como é bom ter uma amiga gata! Como é bom ter a Sophie ao meu lado.
A segunda, por ordem de chegada, é a Marrie. Gente, ela é um pompom todo branquinho! Meu filho adora andar pela casa usando a Marrie como pellerin, e ela não reclama, não se mexe, fica no pescoço dele bem feliz!                                      
A Marrie também é uma gata SRD, adotada em uma feira de filhotes pela minha filha. Foi emocionante o dia em que fomos apenas eu e ela na tal feira à procura de um gato. Queríamos um macho siamês, para combinar com a Sophie, e não tinha. Mas tinha a Marrie e nos apaixonamos as três. Ela se destacava dos demais por sua beleza, sua carinha de anjo. Todos eram lindinhos, mas ela foi irresistível. Pois bem, minha mocinha pegou a gata no colo para fazer um test drive e não largou mais. Olhamos vários animais na feira, e ela continuava com a Marrie, que ainda não era Marrie, no colo. Resultado: preenchi um Termo de Adoção e, assim que assinei a voluntária pegou a todas: eu, mina filha e a gata e levou para o centro do barracão, ao lado de um sino pequeno, dourado, daqueles de mosteiro e disse: “Toque o sino!”. Então comecei a tocar o sino e todos em volta pararam e começaram a aplaudir. Até o pessoal da barraca promocional de ração! Eu e minha filha choramos e nos abraçamos, foi muito emocionante, porque aquele gesto representava mais uma vida animal que havia sido salva. Agora mesmo ao contar esta história me emocionei muito. Nunca mais vou esquecer (principalmente agora que o texto está a salvo! Hahaha).
Sobre a personalidade da Marrie, eu diria que ela é...digamos... “atacada”. Não pára nunca quando está acordada. Escala a cortina, observa tudo de cima do guarda-roupas, desce, corre pela casa de um lado a outro, corre para o quintal, sobe no caquizeiro que deve ter uns três metros. Ela vai ao galho mais alto e agora no outono que as folhas caíram só se vê galhos e a Marrie. Ela chega bem no alto, observa seus domínios e mia “- Aimi de quin ofi de uôrdi!” De repente ela vê que estou observando, fica sem graça, muda de posição, e fica me olhando nos olhos e miando. Se fazendo de frágil. Como se eu fosse sair do meu quarto e subir na árvore para salvá-la. Como se ela precisasse ser salva! Ah, doce Marrie! Se faz de frágil para ganhar carinho...

Quando ela finalmente consegue gastar quase toda a energia que pulsa em suas veias, procura um membro da família para se chegar, pedindo, ronronando, manhosa. E quem de nós resiste? A Marrie me faz lembrar a vivacidade e energia da infância, quando enfrentamos os medos para chegar ao galho mais alto e colher aquela goiaba mais saborosa! E me faz lembrar que as crianças mesmo que caiam levantam novamente, e nem por isso deixam de subir na árvore.
Finalmente mas não por fim, nosso terceiro companheiro de jornada: o Nanis. Não me peça explicações sobre o nome, pois este já veio batizado. É um SRD preto e branco, com pelo semilongo muito sedoso. Minha filha trouxe-o já adulto porém após algumas semanas todos estávamos adaptados, os humanos e os animais. No início tem que fazer malabarismo para que o gato não coma os peixes do aquário e sobretudo que o akita não queira treinar caçada com o gato. Ufa! Logo todos entendem que somos uma família porque passo noites explicando para eles sobre a Teoria da Evolução de Darwin, Teoria de Alan Kardec, Movimento pela Equidade de Gêneros e pela Aceitação da Diversidade. Por fim, o que funciona mesmo é quando eu grito: “- Sem PAZ, sem RAÇÃO!”. Então todos vivem felizes para sempre, ou quase.
O Nanis teve uma pata traseira amputada. “-Tadinho!” Foi o que você pensou, não é? Mas não pense assim. Isso é discriminação. Ele anda, corre, sobe em móveis, come, faz suas necessidades e se limpa sozinho. Claro que não pode competir com um gato quadrúpede, e é mais difícil para ele correr do akita. Se ele for  para a rua temo que seja atropelado mais facilmente que os outros. Por isso requer um pouco mais de cuidado.
O traço mais marcante de sua personalidade: é carinhoso. É muito carinhoso. É um exagero de carinhoso! Ou talvez seja carência. Imagine um filhotinho ter uma perninha amputada. Primeiro teve uma inflamação que evoluiu para uma infecção que, mesmo com tratamento, culminou com a amputação do membro. Pomadas, remédios goela abaixo, injeções, centro cirúrgico, anestesia, mais pomadas, mais injetáveis, mais goela abaixo e finalmente, ao conseguir andar constatar que falta uma perna, que você vai pisar não sente o chão, desequilibra, cai, até a adaptação. Será que isso é traumático?
O resultado é que quando a minha filha não está em casa, o Nanis me vê e sai ao meu encalço. Faço as atividades domésticas nos diversos cômodos e quem está lá? O Nanis. Não incomoda, só quer sentir-se perto de alguém, quer calor humano.
Brinco que ele é um gato plug in play: quando eu entro em casa ele se aproxima e mia, e segue me seguindo (trocadilho proposital). Se enrosca em meus tornozelos, mia, me segue, faz a janta comigo, se enrosca novamente, tenta me puxar com suas patinhas em minhas pernas, e eu sigo fazendo minhas coisas. Não podendo parar, apenas converso com ele, que responde com miados. Na lavanderia ele deita num pano qualquer que vê no chão, esperando pacientemente pela sua vez. Checo sua vasilha de água, de comida, enfim, faço mil pequenas coisinhas como todo mundo faz entre a hora que chega em casa e a hora em que vai deitar. Converso com meu marido, compartiho arquivos com meus fihos, se é que me entende: teclo com milha filha que mora fora sobre como foi seu dia, se está bem, se está feliz, qual é o plano para amanhã e para o fim de semana e por aí vai. Depois da conversa e do banho vem a hora de jogar o cobertor sobre o filho e dar o beijo de boa noite. Isso pode ser matéria para outra “teclagem”. O importante para nós neste momento é saber que o Nanis continua de prontidão, reinvidicando seu quinhão de carinho, de atenção. Não me julgue uma megera, neste meio tempo desde minha chegada em casa já fiz uns cafunés nele e conversei bastante. Não, ele não foi ignorado. Mas ele quer colo ou uma boa esfregadela na barriga, e é o que ele finalmente obtém, não tanto quanto gostaria, mas é o que posso oferecer. Então ele sorri feliz e vai dormir com cara de réu, porque queria mesmo era dormir na cama queen que era o que ele merecia e não num tapete no chão.
“Sinto muito, Nanis, poderia ser pior, você poderia ainda ser uma formiga e dormir embaixo da terra. Já pensou?". Com esse argumento, agora sim ele vai feliz para o tapete, dormir sobre todas as formigas!
O Nanis nos ensina a sermos persistentes naquilo que queremos, a não desistir de um sonho apesar das adversidades que sabemos existir e daquelas inesperadas porque, mais cedo ou mais tarde a recompensa vem e então podemos dormir felizes...sobre todas as formigas.
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P.S. A analogia que fiz sobre as formigas não é de forma alguma pejorativa. Respeito muito as formigas por seu trabalho e organização coletiva e também individualmente, por carregarem mais que seu peso em folhas de árvores nas costas.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Queridos,

Hoje vou homenagear uma pessoa muito amável que partiu nesta semana.
Beijos,


A CASA DE TIA SUELI

Hoje teclei com minha mãe e soube que ela estava triste, pois havia falecido a sua tia Sueli.
Era a penúltima irmã viva de minha avó, a qual já deixou este plano há muito tempo, quando eu ainda estava em formação, no ventre materno.
No início de 2008 após eu ter superado uma convalescença, com a ajuda da família e de amigos, minha progenitora  fez questão de levar-me a conhecer sua tia, que morava na serra. Ela acreditava que seria útil para o meu crescimento ver um estilo de vida diferente, por assim dizer. E estava certa.
Aliás, minha mãe nunca desperdiçava uma oportunidade de ensinar algo a alguém, a ponto de certas vezes ser inconveniente. No entanto, se fizermos um balanço de quantas sementes ela semeou e brotaram e o número de sementes ditas inconvenientes, eu diria que mesmo as inconvenientes podem estar em estado de latência na memória dos ouvintes e, quiçá, virão a brotar na hora certa. Porém, sobre minha mãe teclarei em outra ocasião.
Voltamos à tia Sueli. Lá estávamos pai, mãe e eu procurando a casa entre ruas tão parecidas, com casas que pareciam da minha infância. Sabe casa no formato de casa? Você faz um cubo e coloca uma pirâmide em cima. Todas as casas eram assim até que desceu uma nave espacial cheia de arquitetos e virou esta desordem de formas e profundidades, um horror para os obsessivos-compulsivos.
Finalmente mamãe viu algo familiar e num pulo disse: “-  É aquela!”.
Era uma humilde casinha, hoje seria chamada de kitinete, de madeira, sem pintura. A madeira seca, com ranhuras esculpidas pelo tempo. Ao pé da casa, em todo o seu entorno havia plantas de jardim ou ervas medicinais diversas. Bem cuidadas, só quem conhece pode perceber. Não imagine esses jardins de condomínio projetados por paisagistas, com as plantas dispostas de forma geométrica. Imagine um jardim com flores espalhadas intuitivamente, por alguém que plantou cantando.
 Observávamos a moradia absortos, quando acorreu uma senhora rapidamente, mais solícita do que estamos acostumados a ver no isolamento urbano da capital. Era a vizinha, que prontamente abriu a porta, nos colocou para dentro e correu a procurar a tia, que então descobrimos havia ido ao toalete, localizado no exterior da residência.
Tia Sueli, uma senhora de oitenta e tantos anos tinha mais disposição que eu, e talvez mais saúde também. Uma pele de seda. Sua pior doença era a preocupação com os filhos e netos. Foi muito querida e simpática. Impressionou-me o fato de que ao me olhar reconheceu traços de minha avó, que era sua irmã. Impressionou porque imaginei que sua vista já fosse fraca. Como é difícil largar o vício do pré-julgamento, não é? Acredito que este comportamento é um mecanismo da mente para escanear uma situação. Como um robocop mesmo! Você chega, percebe tudo à sua volta e tira suas conclusões baseado nas experiências vividas. Então decide: fugir ou atacar! Mas estamos evoluindo. Ufa!

Enquanto minha mãe fazia indagações à tia, sabiamente motivando a velhinha a falar um pouco, meu pai sentou-se ao lado do fogão à lenha e eu, como de costume, observei cada detalhe, extasiada ao ver em 3D imagens que só havia lido em livros ou visto em filmes.
Vou descrever em detalhes o interior da humilde morada que era tão aconchegante quanto minúscula.
Tratava-se de duas peças que consistiam de um quarto e uma cozinha-sala.
O quarto era do tamanho de uma cama de casal, só que com uma faixa de espaço ao lado da cama para passagem. A cama com colchão de palha era tudo o que havia no quarto.
Na outra peça havia um banco e duas cadeiras, uma mesa com roupas empilhadas, um fogão à lenha. Não tinha geladeira nem fogão à gás.  Uma estante ou prateleira com algumas peças de louça. Não tinha sofá. A casa não conhecia azulejo, na parede em torno da pia tinha um plástico preso por pregos, para que a água não danificasse a madeira da parede. O banheiro ficava fora da casa. Eu não fui averiguar mas me parece que era do tipo privada: uma casinha sobre um fosso. Não havia sequer um eletrodoméstico, micro-ondas, computador, televisor ou qualquer objeto provido de plugue nem de wireless.
Tia Sueli vivia lá. Sozinha. Não queria outro lugar no mundo. Aquele era o seu lugar.
Não que não sentisse necessidade de um pouco de conforto, mas não tinha condições de dar um upgrade na sua vida e não queria morar com filhos para não incomodar.
Agora sabe como ela obtinha lenha para acender o fogão e então cozinhar e se aquecer? Eu te digo: caminhava até a rua geral onde pegava um ônibus até um local em que um senhor vendia lenha. Com algumas “achas” de lenha que pudesse carregar ela tornava a subir no ônibus de volta para casa. Com aquela idade.
Não tinha carro. Não tinha telefone celular.
E assim viveu até os oitenta e tantos anos a minha tia-avó Sueli.
Que esteja em PAZ.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

De Volta

Olá, Amigos!
Cá estou depois de um longoetenebroso inferno.
Ah, sim! De acordo com a nova ortografia do meu blog, longoetenebroso escreve-se junto, já que estas palavras passaram a ser usadas sempre juntas. As 2.518 exceções serão publicadas futuramente no meu mirionário ortográfico da língua blogueira.
Como eu ia dizendo, passou meu inferno astral. Dizem que há um período que antecede o aniversário em que somos submetidos a inúmeras provas, como uma prova final daquele ano, sabe? Se sobrevivermos passamos para o próximo, caso contrário, ninguém sabe o que acontecerá. Huahahahahahahahahaha (gargalhada longaetenebrosa).
Abobrinhas à parte, nestas semanas em meio a moléstias básicas que me assolaram consegui produzir minha primeira poesia concreta.
Vou publicá-la para dividir com vocês, mas saibam que passei de ano e estou indo feliz da vida para os 4.4 totalmente FLEX e agora com GPS e sem embreagem! 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nunca é Tarde para Iniciar

Olá, amigos!
Hoje é o último dia das minhas férias, aliás, são as últimas horas!
Ao rever minha lista de metas de férias, (sim eu fiz uma lista) constatei que deixei de realizar apenas três desejos:
1 - Fazer um blog;
2 - Ensinar minha mãe a fazer um blog;
3 - Ensinar um pouco de informática ao meu pai.
Ficou faltando também a arrumação de gavetas e armários, mas isso eu aprendi a protelar, afinal, onde se viu "queimar" um dia de férias sequer arrumando gavetas cheias de ácaros?
Definitivamente eles não merecem meu tempo, não nas minhas férias!
Como ia dizendo, os dez dias de férias  correram.
Na primeira semana tive direito a uma gripe e um torcicolo.
Bem, pensei que tudo poderia ser pior e fiquei na cama resignada.
Como tudo na vida, a gripe passou.
Na segunda semana decidi visitar minha filha que mora na serra catarinense.
Larguei tudo: ácaros, gavetas, blogs.
Sequestrei minha sobrinha preferida, que coincidentemente é a única, e subimos a serra.
Foi muito divertido, quer dizer, tirando a parte em que bagunçamos a casa da minha filha e fizemos com que ela faltasse aula e também furamos totalmente as nossas dietas com cheese bacon, pizzas da titia e tacos mexicanos.
Foi muito boa a sensação de ser uma universitária novamente!
Bem, cá estou cumprindo meu antepenúltimo objetivo das férias.
A mãe e o pai não serão esquecidos, pois temos muitos finais de semana pela frente.
Quero neste blog teclar e dividir com os amigos meus pensamentos, minhas divagações sobre os fatos da vida que, apesar de simples, tem momentos fantásticos.
Até a próxima!